quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

A iconografia dos anjos: intermediários nos caminhos de salvação da alma no acesso à cidade santa de Jerusalém Celeste - Inês da Conceição do Carmo Borges


Ana Paula Pinto; Carlos Bizarro Morais; João Amadeu Silva; João Carlos Onofre Pinto; José Cândido Martins; Maria José Lopes; Miguel Gonçalves (Orgs.), 680 págs., 2014. [ISBN: 978-972-697-220-4]

III. Idade Média, Renascimento e Barroco
(...)

A iconografia dos anjos: intermediários  nos caminhos de salvação da alma no acesso à cidade santa de Jerusalém Celeste

Inês da Conceição do Carmo Borges
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I. Conferênciass

La Conciencia Mítica de la Muerte en tres poetas del siglo XX, Lorca, Rilke Y Eliot
Antonio Blanch

Máscaras de Perséfone e cantos de Orfeu: morte do sujeito / vida da literatura
Lélia Parreira Duarte

La muerte no tiene figura: tiene todas las figuras
Miguel García-Baró

Ecos literarios de la muerte prematura  de los dos Príncipes Juan (de Castilla y de Portugal)
Santiago López-Moreda

Figurações da Morte
Clara Menéres

A morte natural e o mito da imortalidade simbólica
Daniel Serrão

II. Antiguidade Clássica

Figurações da morte em Platão: inspiração para o bem viver
Izabela Bocayuva

Do exílio à morte: viagens filosóficas à luz de Sêneca
Luciane Munhoz de Omena

Morrer, para não trair, morrer, mas não vergar: coragem e dignidade nas Historiae
e nos Annales de Tácito
Maria Cristina de Castro-Maia de Sousa Pimentel

A morte na hora da vida: considerações sobre a mortalidade materna e perinatal nos textos antigos sobre medicina
Cristina Santos Pinheiro

Na fronteira entre a vida e a morte: Diónisos
Ana Paula Pinto

Do Érebo luminoso: considerações sobre a morte de Ájax
Maria Luísa Resende

Concepções da morte na obra de Propércio:  tradição mítico-religiosa e filosofia
Francisco Edi de Oliveira Sousa

III. Idade Média, Renascimento e Barroco

“Olhai como de tanto ficou nada”. Os emblemas da morte no Discurso sobre a vida
de Vasco Mousinho de Castelo Branco
Filipa Medeiros

A retoma de mitos da antiguidade clássica em torno da morte na poesia barroca portuguesa
Anabela Leal de Barros

A iconografia dos anjos: intermediários  nos caminhos de salvação da alma no acesso à cidade santa de Jerusalém Celeste
Inês da Conceição do Carmo Borges

Visões da morte no poema Angelorum et Musarum Triumphum de Cataldo Parísio Sículo
Adriano Milho Cordeiro

Quando  os mortos falam, ó morte,  que dizes de ti mesma?
João Domingues

Ecos de morte no Cancioneiro Geral: os mitos clássicos
Mafalda Frade

Mors michi melior quam uita longior: morrer de amor nos Carmina Burana
Jorge Miguel Tomé Gonçalves

Instar martyrum: a morte em combate como martírio na narrativa do 1º cerco de Diu de Damião de Góis
Maria José Ferreira Lopes

O corpo e a alma na enfermidade. Advertências para bem morrer na Postilla Religiosa, e Arte de Enfermeiros (1741) de Frei Diogo de Santiago
Vera Lúcia Almeida Magalhães

Pinturas setecentistas das sibilas no Arraial do Tijuco, Brasil: reinterpretação artística e invocação da morte de Cristo
Maria Cláudia Almeida Orlando Magnani

Figurações maneiristas da morte em O Lima de Diogo Bernardes
José Cândido de Oliveira Martins

Desde as trevas luminosas da morte: alguns ecos entre os autores clássicos e os humanistas do renascimento português
António Maria Martins Melo

Uma figuração da morte: o “Apologus de morte et pastore” de Jerónimo Cardoso
Telmo Corujo dos Reis

O Hades  na seconda prattica de Claudio Monteverdi: um olhar retórico-musical sobre a jornada de Orfeu ao mundo dos mortos
Ronel Alberti da Rosa

Um Teatro de Palavra sobre a Morte:O Sermão de Quarta-Feira de Cinzas (1672)
do P. António Vieira
João Sarmento, SJ

Morte, gênero e santidade: uma nova leitura dos textos hagiográficos berceanos
Andréia Cristina Lopes Frazão da Silva

As alusões à morte  no corpus documental martiniano e o processo de reorganização e fortalecimento da Igreja no reino suevo
Leila Rodrigues da Silva

Escapando a Libitina… Santa Isabel, uma vida preparando  a libertação da lei da Morte. Os primeiros relatos biográficos
Helena Costa Toipa

A derrota do pecado na economia da salvação das almas na iconografia de S. Miguel na Imaginária da Diocese de Viseu
Cristina Maria Sequeira Vouga

IV. Idade Moderna e Contemporânea

Morte Encenada: Arte Tumular como Expressão Religiosa
Thiago Nicolau de Araújo

Religiosa figurações do mito e da morte em The Human Stain, de Philip Roth
Carlos Borges de Azevedo

Figurações do infanticídio: entre o riso e o nonsense
Rosana Kohl Bines

“Morrer assim é triunfar”: o triunfo da morte na novela passional camiliana
João Paulo Braga

Três imagens de morte: diálogos com Marat
Verônica Guimarães Brandão

Paródias do Inferno: a catábase dantesca na ironia política de Leopardi e de António de
Serpa Pimentel
Daniela Di Pasquale

A esteticização da morte e a transmutação no Livro do Desassossego
Arturo Diaz

Polêmicas do Cristianismo: morte-em-vida e vida-eterna
Pedro Dourados

As representações da morte de Camões nas artes plásticas nos séculos XIX-XX
Eduardo Duarte

“Boa noite, Maria”: estudo da intermitência da morte e do reavivamento libidinal da vida entre Eros e Tânatos
Josye Gonçalves Ferreira

A fulguração  da morte  na obra literária de Daniel Faria (10.04.1971-09.06.1999)
Mário Garcia, SJ

Rituais e significado no luto
Armanda Gonçalves

Metempsicose e o desígnio da alma após a morte: um diálogo intertextual entre Fédon de Platão e Morella de Edgar Allan Poe
Luan Caroline Oliveira Fontoura Kugler

A fonte da vida: mitografias  sombrias  em Arménio  Vieira
Maria do Carmo Cardoso Mendes

Riscos tanatológicos da arte. Para uma leitura dufrenniana da morte da arte na contemporaneidade
Carlos Bizarro Morais

O duplo e a linguagem em “(a carta do silêncio)”, de Herberto Helder
Wagner Moreira

Leda e o Cisne: a representação do punctum no percurso imagético da arte
Isabel Nogueira

Quando o poeta relê o mito – imagens da morte e da finitude na poesia de Nuno Júdice
Silvana Maria Pessoa de Oliveira

Curtir? Compartilhar? Ou Chorar? Ciberespaço e suas manifestações sobre a morte no
Facebook a partir da perspectiva de Zygmunt Bauman e Guy Debord
Kate Fabiani Rigo

O duplo como evento do limiar da morte em Inquieta companhia de Carlos Fuentes
Sissa Jacoby

Sob o signo de Caronte em Flor da Morte: uma travessia rumo ao Reino de Hades
Renata Maurício Sampaio

Representações da morte na arte: a emergência de um novo imaginário?
Ana Nolasco

A morte na poesia de Herberto Helder: entre os índios Caxinauás e a árvore baobab
João Amadeu Oliveira Carvalho da Silva

Ridendo  castigat  mor(t)es:  Classicismo e Pós-Modernismo em O Ano da Morte de Ricardo  Reis, de José Saramago
Sara Lima e Sousa

Morte e Invisibilidade
Suzi Frankl Sperber

Figurações da morte em S. Bernardo – recapituladas  a partir do ritual, mito e complexo de Trofônio


Suzi Frankl Sperber

sábado, 27 de dezembro de 2014

Inês da Conceição do Carmo Borges - Arquitectura de fetês funenéraires: Exéquias por D. João V em Viseu (1751) versus o Teatro Eclesiástico do Bispo D. Júlio Francisco de Oliveira ao Poder Político.

Revista Beira Alta, Vol. LXXIII, 1.º e 2.º Semestre de 2014. É uma edição e propriedade da Assembleia Distrital de Viseu e tem como director Alberto Correia.Tem capa e contracapa do fotógrafo José Alfredo. Este número contém 240 páginas, de artigos de João Cardoso Metello de Nápoles, Jaime Ricardo T. Gouveia, José Amado Mendes, João Ferreira da Fonseca, Manuel Cadafaz de Matos, Joaquim Eurico Nogueira, Inês da Conceição do Carmo Borges (Arquitectura de fetês funenéraires: Exéquias por D. João V em Viseu (1751) versus o Teatro Eclesiástico do Bispo D. Júlio Francisco de Oliveira ao Poder Político), Abel Estefânio, Paulo Neto, César Luís de Carvalho, e Alberto Correia. Feita na Éden Gráfico, em Viseu, está à venda ao preço de 7,50€.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

1.º PRÉMIO EX AEQUO AURÉLIO SOARES CALÇADA DE 2014 - As coordenadoras do catálogo "Pedra & Mistério: comunhão ao serviço da Fé", Mestre Dr.ª Inês da Conceição do Carmo Borges, a Mestre Dr.ª Cristina Maria Sequeira Vouga, a Dr.ª Susete Filipa Lopes Rodrigues e a Mestre Dr.ª Vera Lúcia Almeida de Magalhães, foram premiadas ex aequo com o 1.º Prémio Aurélio Soares Calçada de 2014

    1.º PRÉMIO EX AEQUO AURÉLIO SOARES CALÇADA DE 2014
    As coordenadoras do catálogo "Pedra & Mistério: comunhão ao serviço da Fé", Mestre Dr.ª Inês da Conceição do Carmo Borges,
    a Mestre Dr.ª Cristina Maria Sequeira Vouga, a Dr.ª Susete Filipa Lopes Rodrigues e a Mestre Dr.ª Vera Lúcia Almeida de Magalhães, foram premiadas ex aequo com o 1.º Prémio Aurélio Soares Calçada de 2014, com a obra acima citada. O prémio foi atribuído pela Câmara Municipal de Tondela, pela Junta de Freguesia de Tondela, pela Junta de Freguesia de Campolide (Lisboa), e pela Família de Aurélio Soares Calçada em Lisboa. O prémio foi anunciado no dia 7 de Dezembro de 2014, nas comemorações do Aniversário da Casa do Concelho de Tondela em Lisboa.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

APRESENTAÇÃO DO CATÁLOGO "PEDRA & MISTÉRIO: COMUNHÃO AO SERVIÇO DA FÉ" - 25 DE OUTUBRO DE 2014, MUSEU DE ARTE SACRA E ETNOLOGIA DE FÁTIMA


O concelho de Tondela possui uma riqueza patrimonial de grande significado, de matriz religiosa e profana, que urge conhecer e valorizar. É chegado o momento em que o Município de Tondela promove a publicação da obra Pedra & Mistério: comunhão ao serviço da fé que constitui um importante passo nesse sentido. Na área em que se circunscreve o concelho de Tondela regista-se a presença de um número considerável de imagens de vulto esculpidas em pedra de Ançã. Esses exemplares, que marcam os séculos XV e XVI, anunciam o enriquecimento dos programas iconográficos da Igreja Católica. Do labor de oficinas, onde operosos artistas expurgavam a cinzel as excrescências do calcário, compôs-se a imaginária quatrocentista e quinhentista apresentada na exposição patente no Museu Terras de Besteiros, no ano de 2009, sendo o grupo escultórico integrante uma pequena amostra da totalidade das imagens de vulto em pedra de Ançã que as paróquias albergam em seus templos.Na sequência desse primeiro trabalho expositivo e volvido o tempo reclamado pelo seu amadurecimento, cumpre-se agora plenamente o projeto com a publicação da referida obra. Com ele, retoma-se, firma-se e amplia-se a linha orientadora da exposição, vertida no reconhecimento da função de nos religar ao divino por parte de cada peça, mas também nos oferece em diacronia técnicas, materialidades e, sobretudo, idiossincrasias que o tempo tem a veleidade de sobrepor em camadas.

COMUNICADO DE IMPRENSA
 
Exmos.(as) Senhores(as)
 
O Departamento do Património Cultural da diocese de Leiria-Fátima irá promover no dia 25 de outubro, sábado, a partir das 15h00, em Fátima, no Museu de Arte Sacra e Etnologia, dos Missionários da Consolata, uma jornada de apresentação de atividades sob o título “Preparar o Dia de Todos os Santos através do Património Cultural”.
Num tempo em que o dia de Todos os Santos deixou de estar presente nas datas em que oficialmente se faz uma pausa no trabalho, o Departamento do Património Cultural da Diocese de Leiria-Fátima leva a efeito uma ação de formação acerca da importância desta celebração, propondo que se faça uma leitura do tema a partir dos testemunhos culturais, designadamente da forma de representar os santos no património material e no património imaterial.
Assim, Marco Daniel Duarte, diretor do Departamento do Património Cultural da Diocese de Leiria-Fátima apresentará a conferência: “Os santos e os seus atributos. Olhar, ver e interpretar”, seguindo-se depois a apresentação do Catálogo “Pedra e Mistério: comunhão ao serviço da fé” a cargo de Fátima Eusébio, coordenadora do Departamento dos Bens Culturais da Diocese de Viseu, e das coordenadoras do Catálogo, Cristina Sequeira Vouga, Inês Conceição Carmo Borges, Susete Filipa Rodrigues e Vera Almeida Magalhães.
Sónia Vazão, do Departamento do Património Cultural da Diocese de Leiria-Fátima, concluirá a jornada com a apresentação do calendário de ações previstas deste departamento para o ano pastoral de 2014-2015.
A entrada é livre, mas condicionada ao número de lugares da sala. Os participantes terão um certificado de presença.
Com os melhores cumprimentos,